Correu a notícia de que em Goiânia, um grupo estava roubando remédios para câncer e revendendo para hospitais, movimentando mais de R$ 33 milhões em um ano. É um negócio que deixa a gente pensando, né?
Imagine roubar remédio de gente que precisa, e ainda por cima, fazer negócio com isso. É um tipo de crueldade que nem o sertanejo mais endurecido consegue entender. E o pior é que esses caras pareciam saber o que estavam fazendo, porque não tinham coragem de mexer com o orçamento do hospital, que é onde o dinheiro realmente some.
A operação policial veio e desmontou o esquema, mas a gente não pode deixar de pensar no que aconteceu com as pessoas que precisavam daqueles remédios. É um negócio que deixa a gente com um gosto amargo, como água de coco azedo.
Enfim, parece que em Goiânia, os caras roubavam remédios de verdade, mas não tinham coragem de roubar o orçamento do hospital. É um tipo de lógica que só eles entendem.



