Uai, parece que a burocracia goiana está com um novo hobby: transformar mortos em jogos de quebra-cabeça. Agora, enquanto o mundo inteiro está discutindo sobre identidade e autenticidade, os goianos estão discutindo sobre identidade e sepultamento.
Um jornalista morreu no Setor Bueno, em Goiânia, e o velório não tem data para ocorrer. O problema é que a identificação está demorando tempo para ser resolvida e ninguém sabe quando é o sepultamento. É como se a morte tivesse virado um jogo de adivinhação.
Os goianos estão acostumados com a lentidão da burocracia, mas isso é demais. Parece que a identificação virou um trem desse? Quem diria que a morte poderia ser tão complicada?
Enfim, o Lauro só espera que a identificação seja resolvida logo e o jornalista possa ter um sepultamento digno. E que a burocracia goiana não transforme mais mortes em jogos de quebra-cabeça.



